Despedidas…T.T

Eh, amigos… Sou o Dungeon Master que já não posta há um tempo. Bem, tenho alguns motivos para tal, e um deles é a má notícia de hoje.

Desde a Criação do OAA (que não significa oxalacetato!) eu postei muita coisa sobre nosso grupo de RPG, nossas partidas, dicas, jogos, séries e até algumas produções de contos. Diverti-me muito com tudo isso. Por um bom tempo isso me serviu pra falar o que eu pensava sobre jogos, meus amigos etc, mas ultimamente não tenho tido tempo nem coragem de dar continuidade a isso. O OAA durou aproximadamente nove meses desde a sua criação, e agora eu acho que não deva mais mantê-lo. Digo, não tenho mais tempo nos finais de semana pra cumprir a meta que sempre tive e nem tive mais tanto tempo pra marcar partidas de RPG. Logo não há mais muitos motivos pra continuar. Gostaria de agradecer a todos os leitores, aos integrantes do meu grupo e, especialmente ao Sebastião V. e ao Arthur Laio. Esses últimos tiveram grande participação, pois publicaram aqui no OAA e me deram algum auxílio pra manter o blog enquanto ele durou :(.
Sobre os contos, eu devo acabar com alguns enigmas da série Memórias de um Nobre (alguns muito óbvios, outros nem tanto):

  • Começando pelo mais óbvio, Samoht Ongam é meu nome ao contrário pois, na realidade, a personalidade dele sempre foi a minha. Eu não me diria tão inteligente quanto ele, mas em questão de atitude, Samoht foi meu reflexo na história (por isso que o nome aparece invertido, afinal é um reflexo)
  • Apenas cinco personagens aparecem nos contos, e no último capítulo eu usei um pentagrama para ilustrar o desfecho. Bem, cinco personagens, cinco pontas de um pentagrama e… Cinco fragmentos da pedra de ônix.
  • O suposto dente que Samoht retira de seu braço, após ter sido supostamente cravado lá por seu irmão, na verdade era o fragmento de ônix que havia lhe atingido no capítulo Zero.
    Curiosidade: A cicatriz que ele ganha no braço após a batalha contra o Corvo do Norte, na realidade, foi feita com base numa cicatriz que eu tenho no mesmo braço.
  • Quando eu comecei a escrever o primeiro capítulo eu comecei com uma palavra em mente que acabou desenvolvendo o tipo de tensão que é dada nos capítulos. Essa palavra aparece em um soneto decassílabo (ou quase…) do Samoht no segundo capítulo. Se você juntar a primeira letra de cada verso, verá “Fantasmagórico”, que explica bastante o jeito macabro de alguns personagens.

Enfim, eis aqui agora o nosso desfecho. Essa é a minha despedida, talvez para sempre… Mas também há a chance de um dia eu retomar esse blog. Visando essa possibilidade, eu não o excluirei, ele sempre estará aberto a visitas, leituras, a saudades e boas memórias dos antigos tempos… Sabe, eu tenho um muitas saudades de quando tudo isso começou, mas sinceramente acho que já passou e eu não tenho mais como fazê-lo ser como era, falta-me tempo agora, falta-me coragem na hora… Falta-me ser o Dungeon Master que pude ser outrora. Sinto muito em fazer isso, mas é preciso e necessário: Este é provavelmente o último post aqui… R.I.P. Our Age of Adventure.

Adeus, aventureiros….
rip-300x268

Thomas M.

Sponsored Post Learn from the experts: Create a successful blog with our brand new courseThe WordPress.com Blog

WordPress.com is excited to announce our newest offering: a course just for beginning bloggers where you’ll learn everything you need to know about blogging from the most trusted experts in the industry. We have helped millions of blogs get up and running, we know what works, and we want you to to know everything we know. This course provides all the fundamental skills and inspiration you need to get your blog started, an interactive community forum, and content updated annually.

Warlords of Draenor

Olá, aqui quem escreve é Thomas Magno. Recentemente tive uns probleminhas em WoW e em outro jogo chamado vida. Acabou que eu não pude postar nenhum conteúdo semana passada… Desculpas :(.De qualquer forma, com um pouco de correria, esse post veio salvar a semana (ou não).

Eu sei que essa notícia da Blizzard tá bem antiguinha, mas nem todos pararam pra jogar ou ver os detalhes. Sim, estou falando de WoD (Warlords of Draenor), a nova expansão de World of Warcraft. Pois bem, depois da minha decepção com os pandas do fucking Mists of Pandaria, a Blizzard acertou muito nessa última expansão. A começar pela melhoria gráfica nos modelos de personagens… vocês se lembram de como eram os elfos noturnos ou as trolesas no jogo? E os humanos e orcs? Pois é, essas e algumas raças não tinham recebido a representação merecida em jogo. Mas dê só uma olhada na diferença que veio com o WoD:

ANTES DO WOD =====> DEPOIS DO WOD
wowhumanmalecomp woworcmalecompnwownelffemalecomp wownelfmalecomp2 wowtrollfemalecompwownelfmalecompwowdraeneimalecomp

Esses foram alguns meros exemplos, pois tiveram alterações também em várias outras raças. Foram adicionadas também as guarnições, ou seja, como se fosse sua própria cidade/acampamento militar, que é desabilitada durante uma quest de nível 90 (o nível máximo agora é 100). Na sua guarnição você fornece quests para suas tropas, manda que construam obras, contata seu exército para ajudá-lo, busca lenha, minerais e muito mais. Isso tudo lembra um pouco a dinâmica de Warcraft III, uma vez que há necessidade de madeira e minerais (em Warcraft III era só ouro, mas em WoD vário minérios podem ser encontrados em suas minas, além de alguns mostros… Huehue). A questão da comida para a guarnição está envolvida em algumas quests, mas nada muito marcante até onde eu tenha jogado. Como se já não bastassem as tantas lembranças do velho Warcraft, o WoD ainda forneceu evoluções das guarnições em três etapas… Você que era um bom jogador de Warcraft vai lembrar que seu centro de cidade passava por três fases, não é? Em WoD sua guarnição também passará e, vez ou outra, correrá o risco de ser atacada (então esteja preparado). Às Armas!!!

Eis aqui algumas imagens e prints de uma guarnição da Aliança (desculpa, não tenho personagens da horda em nível 90 ou superior para mostrar a guarnição):

WoWScrnShot_022215_201540 - Copia  WoWScrnShot_022215_201523 - Copia

Ah, uma última boa notícia. Com o WoD, agora é permitido ao jogador trocar o estilo de rosto nas barbearias (Aquele momento bizarro que você para e imagina o barbeiro fazendo uma cirurgia plástica no seu personagem O.o ). Então, caso você não goste da aparência do seu personagem, você pode editá-lo dentro do jogo, mas mudar tom de pele ainda é exclusivo dos Taurens (acho que é pelo fato de Taurens terem pelos cobrindo o corpo todo).

Bom, por hoje é só isso pessoal. Vejo vocês no próximo post e mil desculpas novamente, hehe… Se gostaram do post ou gostariam de falar mais alguma coisa sobre a expansão comentem aí embaixo (Sim, tem muito mais pra falar).

Thomas M.

C:\NOSTALGIA\MS-DOS

Salut, quem vos escreve é Laio, criador do Casquinha Mista, freelancer no Our Age of Adventure e ladino nas horas vagas.

ms-dosAlguns dias atrás o meu PC zumbi morreu novamente. Assim o único PC que tenho hoje é um pen drive. Veio em minha mente: “o que eu posso fazer com um pendrive?”. A primeira opção que surgiu foi instalar o Kerbal Space Program, mas desanimei quando lembrei que o save estava no falecido PC. “O que faço agora?”. ” É isso vou instalar o 1° Fallout.”. Durante a jornada em busca de um download confiável eu cai no site best old games. Como na boa parte dos outros sites, não consegui baixar o fallout. Quando eu fui sair percebi o top 10 jogos do site, e nesse top 10 encontrei um jogo chamado Dangerous Dave. A primeira vista: que nome mais ridículo. Porém, eu abri a página do jogo e comecei a vomitar arco-íris  nostálgicos. E minha cabeça surgiram os primeiros jogos que joguei na minha vida, lá no windows 98, uns diversos games de MS DOS, sendo o mais memorável o Prince of Persia. Decidi na quele momento colocar no pendrive o Fallout 1 e encher todo o resto do espaço de jogos de MS DOS.

Para jogar esses jogos é preciso um emulador, o DOSBOX. Para usar o programa é preciso aprender os comandos, isso mesmo. totalmente oldschool. Entretanto, se você vive a lei da máxima preguiça, assim como o criador desse blog, é possível jogar alguns jogos diretamente no navegador. https://archive.org/details/softwarelibrary_msdoshttps://archive.org/details/softwarelibrary_msdos_games. Agora, se quiser baixar os jogos, recomendo o My Abandonware.

Espero que sintam tanta nostalgia quanto eu, ao jogar os jogos do primeiro sistema operacional da microsoft. Nos vemos no futuro. Au revoir!

 Laio

—–\\@//—–

Olá, aqui quem fala é o Dungeon Master! Esse foi um post feito pelo meu amigo Laio, jogador da nossa mesa de RPG e criador da Casquinha Mista. Visitem o blog dele, e se gostaram digam aí o que acharam e quais foram seus jogos de DOS!

Curiosidade: Sabia que eu apareci em uma das tirinhas do Laio? Saca só: https://casquinhamista.wordpress.com/2014/11/08/tira-mista-12-enem/

Eu sou o maluco de casaco preto 😀

Thomas Magno

Exit

—–\\@//—–

Trocadilho Guy #2

Olá, eis aqui agora mais uma lenda de piadas e trocadilhos memoráveis, porém infelizes.

1) O professor de matemática passa um exercício em que eu deveria encontrar 23/4 m³ para o volume de uma certa pirâmide. Logo eu terminei e disse ao professor:

-Poxa, nesse resultado dá pra hospedar muita gente hein?
– Como assim?
-Vinte e três quartos 😀
piramide
Depois de eu respondê-lo, ele fez uma cara de “é sério isso que eu ouvi?” e foi tomar água (provavelmente pra se acalmar e não me jogar da janela).

2) O professor de geografia física entra e sala e diz:

– Iremos dar início ao conteúdo sobre relevos.
-Mas, esse conteúdo é mesmo relevante, professor?

3) O professor de geografia está explicando sobre o uso de energia solar em outros locais, como em Israel. Eis que eu levanto o braço e pergunto:

– Mas o uso dessa fonte de energia tem aqui no Brasil também ou é “só lá”.

4) Novamente o professor de geografia (puts, parece que eu me inspiro nas aulas de geografia hein. Já é a terceira :P). O professor está falando sobre tornados, furacões e afins. Eis que eu viro pra ele e digo:

-Nossa, imagina uma grande cidade depois de uma catástrofe dessa. Eu nem imagino no que ela teria se “tornado”.

5) Agora, pra variar, essa aqui aconteceu numa aula de sociologia. O professor faz uma pequena fofoca sobre o professor de história após falar de positivismo. Alguns alunos ameaçam contar, e o professor diz:

– Não conte ao professor de história!

Então eu viro pra ele e digo – Mas Auguste “Comte”! – Essa nem era tão engraçada, mas eu tive que esperar alguns segundos pra ele se recompor e voltar a dar aula. Em outra aula desse professor  eu disse a  ele:

Antigamente eu achava que não valia a pena estudar Marx, “mais valia”!

karl-marx

6) Numa linda aula de química, o professor estava explicando o conteúdo e disse o seguinte:

-Na comida que você come, tem ferro, mas tem ferro iônico, não metálico… Se você comer ferro metálico, é tipo comer uma barra, daí ia dar problema pra entrar e pra sair a barra de ferro.

– Poxa, eu estaria “ferrado”, né?

7) Essa foi mais uma situação estranha do que uma piada. Acontece que um dia o professor de biologia estava explicando a matéria e citou um animal que se alimentava de ervas. Daí eu virei com uma cara de maloqueiro pra ele e perguntei:

-hmmmm…. erva, professor?
-Sim. Erva.
-Quero!

Eu nem achei muito engraçado, mas sempre tem alguém pra rir das minhas idiotices em sala de aula. Por isso eu ainda as faço ^_^

8) Essa nem foi na sala de aula, mas prometo fazê-la. Eu estava falando com um amigo e disse:

– Sabe, cara. Eu ia fazer uma piada sobre hidreto de sódio, mas… Nah, não é boa (NaH).

Essa aqui funciona mais quando é falada. Mas se vc ler várias vezes pronunciando tudo, vai fazer sentido. O problema de fazê-la escrita é que o “Nah” (Não) não se escreve do mesmo jeito que “NaH” (hidreto de sódio), daí quase ninguém associa. Enfim, pra não fechar de forma tão ruim, aí vem mais outra piada!

9) Um amigo meu diz que gostaria de evitar o atrito entre as pessoas em discussões. Eu o disse:

– Então manda a galera emagrecer

– Como assim?

– Quanto menor massa, menor a força peso, menor a força normal e menor o atrito 😀

– Ai meu Deus…

-Seja feliz agora, e divirta-se com a força de atrito (Fat), a força gordinha.

-PQP!!!

fat

Pois são com essas nove piadas que eu me despeço. Muito obrigado pela atenção e pela leitura! Se você tem alguma sugestão de piada, trocadilho ou zoeiras para esse ano, escreva aí. Eu tenho um ano inteiro pra contá-las e encher o saco das pessoas (embora esse não seja o meu objetivo).

OBS para pessoas maldosas da minha sala: Não há chance alguma de eu contar sobre a chave de boca por aqui xD. Eu juro que eu não quis dizer o que vocês entenderam! E para quem não é da minha sala e está lendo isso, é meio que um mal entendido e uma piada interna… Ignore.

Thomas Magno

Magic: The Gathering \o/

Fala pessoal, aqui é o Sebastião, trazendo um post diferente hoje! Vou falar hoje sobre Magic (um dos maiores card games do mundo, somente atrás de Yu-gi-oh) e como eu, o Thomas (que também fala altas coisas nesse post :v ) e o Caio começamos a jogar. Vou dividir o post em 2 partes, a primeira eu explico o jogo para quem não conhece ou tem dúvidas sobre o mesmo, e na segunda a gente (eu e o Thomas) conta a nossa historinha 😀

magic card

O JOGO (perdi. Entendedores entenderão)

Magic: The Gathering é um card game criado em 1993, onde 2 jogadores  jogam com um baralho contra o outro (existe o chamado mesão, que junta a galera pra jogar entre si :v ). É um jogo um pouco complicado, mas nada impossível xD.
O jogo acaba quando um dos jogadores perde, e tem 4 maneiras de perder no Magic:

1- Seus pontos de vida chegarem a 0 (zero)
2- Caso alguma carta que tenha esse efeito seja ativada
3- Caso o seu deck/grimório acabe (o famoso “deck out”)
4- Caso você possua 10 ou mais marcadores de veneno.

Cada deck deve consistir de pelo menos 60 cartas (você pode usar mais, mas não recomendo isso, sério), e cada jogador começa o jogo com 20 pontos de vida. Exitem 2 tipos de cartas no Magic:

1- Permanentes: São cartas que quando ativadas permanecem em campo até serem destruídas ou exiladas do jogo. São permanentes: os terrenos, criaturas e encantamentos;
2- As não-permanentes: São cartas que quando ativadas vão para o cemitério após resolverem o seu efeito (ou serem negadas). São não-permanentes as Mágicas instantâneas e os feitiços.

Cada carta possui um custo para ser ativada, é o chamado custo de mana, e se pode ver no canto superior direito da carta. A mana é gerada pelos terrenos ou por cartas com esse efeito, existem 6 tipos/cores de mana: Vermelha, Azul, Branca, Preta, Verde e Incolor. É possível fazer um deck com qualquer combinação dessas cores, mas pra quem tá começando, recomendo fazer um deck mono ou bicolor.
Coisas como combate não vou explicar, porque é bem complicado 😡 mas é simples, o poder é o dano que a criatura dá, e a resistência é o tanto de dano que ela aguenta. Ex 1/2 (1 de poder e 2 de resistência).

Bem, essa foi a primeira parte do post, depois posto a segunda, valeu pessoal 😀

Sebastião

FanArt #1

Olá, aqui é Thomas Magno e gostaria de mostrar nossa primeira FanArt!!! \o/

corvo FanArt_editadoSim, esse é um corvo (provavelmente o corvo do norte, de Memórias de um Nobre). Se você não leu essa história ainda, basta clicar em seu título que será levada a uma página com os links de todos os capítulos.

Quanto a essa arte, ela foi feita por Caio Paiva, e enviada no dia 5 deste mesmo mês, no entanto só pude postá-la agora. Gostaria de agradecê-lo muito pela homenagem e dizer que qualquer arte feita e enviada será avaliada e muito provavelmente postada (é necessário avaliar o conteúdo dela antes de postar). Essa que recebemos recentemente é relativamente bem feita e ficou bem bonitinha, o cara desenha bem e ainda parece ter dado um toque de luz e sombra no desenho. Sim, tem alguns riscos soltos que não foram apagados, mas acho que não são falhas, pois o visual com elas ficou bem estiloso (acho que esse era o objetivo). Enfim, ficou f*da!

 

Thomas Magno

Nova votação ><

Olá, sou Thomas, o DM que lhe escreve. Estou aqui para fazer uma enquete sobre os tipos de post aqui do blog. Sim, eu já havia feito isso antes, mas acabou que as porcentagens ficaram muito próximas e não deu para escolher qual seria o post mais popular. Além disso, agora temos novos tipos de posts. Então dê sua opinião aí para nos ajudar, ela vale muito e nos faz ter uma noção de qual a categoria mais popular do blog!

Desenterrando… Power Rangers – Mighty Morphin?

Olá, sou Thomas Magno, o Dungeon Master que lhe escreve este post!
Pois bem, hoje estou meio inspirado por um clima “super sentai”, logo… Nada melhor do que analisar um bom filme carregado de nostalgia! Você se lembra do primeiro filme dos Power Rangers?
power rangers mighty morphin
Ah, esse é clássico hein? Quem não o assistiu quando pirralho deveria dar uma olhada. Já os que assistiram, revejam, a sensação de nostalgia é sempre bem-vinda.

Em 30 de junho de 1995, o primeiro filme dos Power Rangers estava nas telas de cinema americanas, mas chegou ao Brasil somente em 2 de setembro do mesmo ano. O filme obteve grande sucesso, que levaria mais tarde a produção de outros filmes da franquia.
Lord-Zeddivan-ooze-creepster

A história do filme conta que há 6000 anos um ser chamado Ivan Ooze foi aprisionado numa câmara, mas agora ela foi descoberta e Ooze é libertado por Lord Zedd. O maligno Ooze ataca Zordon e agora pretende dominar o mundo. Para a felicidade geral da população, há um célebre grupo de jovens chamados de Power Rangers, que tenta impedir a dominação mundial de Ivan Ooze e salvar a vida de Zordon, quase um pai para eles. Para isso os rangers terão de realizar viagens espaciais e ir a planetas distantes, em busca de uma força que salve a Terra e Zordon.A história de salvar o mundo chega a ser meio clichê, mas conta com fatores que a torna épica e emocionante, como a triste situação de Zordon (com sua expressão bem cadavérica) e a trama de Ooze que gera uma reviravolta com Lord Zedd e Rita.zordon dying

Os efeitos especiais são aceitáveis pra época, mas nos padrões atuais nem tanto (estariam mais para Defeitos especiais). No geral, o visual do filme é até agradável, estragado somente pelas animações do final, que acabam sendo meio feias… Infelizmente, foi o que os recursos dos anos 90 permitiram. Ah, também não posso me esquecer de que os Power Ranger desafiaram a física e os limites do bom senso vez ou outra, mas não posso esperar realismo de um filme em que as pessoas soltam faíscas ao invés de sangue, né? O fato de eles não sangrarem eu até entendo por causa da roupa especial deles (supostamente uma armadura), e por uma questão de censura, mas tem algumas coisas que realmente me doeram ver quando eu assisti o filme.

Ah, a trilha sonora está de parabéns, contou com a música tema de Power Rangers e Red Hot Chili Peppers.

Curiosidade: Os power Ranger teriam capacetes que mostrassem seus rostos, para dar mais emoção às cenas de batalhas. Chegaram até a gravar algumas cenas assim, mas desaprovaram e regravaram as cenas com capacetes que cobrissem totalmente seus rostos. Eis aqui uma foto de como seria… Estou feliz de que tenham desistido da ideia!
power-rangers-movie-rosto

Por hoje foi isso, nossa segunda  análise de filmes. Se gostaram, deem um like e comentem.

Thomas Magno

 

Nova Review: Ni no Kuni: Wrath of the White Witch

Fala pessoal, aqui é o Sebastião ( o cara que atrasou um pouco o post semanal :P), e hoje vou trazer uma review pra vocês de um jogo não tão conhecido, mas incrivelmente bom, Ni no Kuni: Wrath of the White Witch. Bem, é um RPG exclusivo do ps3 lançado no dia 22 de janeiro de 2013 aqui no ocidente, e sério, foi o melhor JRPG que joguei no ps3 de longe. O jogo tem muitos pontos pra se abordar, então vou fazer algo mais segmentado aqui.

images

História:

O personagem principal se chama Oliver, ele tem 13 anos, vive na cidade de Motorville junto com sua mãe, Allie e ambos vivem uma relação muito feliz e uma vida bem pacata. Mesmo tendo essa cara de menino bonzinho ele sai de casa durante a madrugada por um pedido do seu melhor amigo, Phil, que queria testar uma invenção que ele estava contruindo há um tempo, que nada mais era do que um carro. Bem, como sempre, algo ruim acontece e Oliver cai no rio com o carro e é salvo por quem? Sim, a mãe dele, e que graças ao fato de que Oliver não sabe nadar, acaba morrendo.

É a partir daí que a história começa de verdade, Oliver fica muito triste com a morte da mãe, pois acha que foi graças a ele que sua mãe morreu e começa a chorar, suas lágrimas “dão vida” ao Drippy, uma fada que era um boneco (que Allie deu a Oliver). Drippy explica que veio de outro mundo e que todas as pessoas do mundo de Oliver, possuem um equivalente no “Outro mundo”, e que era possível salvar sua mãe. Drippy então entrega um livro para Oliver, o Wizard’s Companion, que possui histórias sobre o mundo, mapas, magias, e tudo mais. Drippy também fala que os dois mundos estão sofrendo com os “corações” quebrados das pessoas, isso se deve a um mago terrível chamado Shadar.

Oliver, que agora é um mago (por causa do livro), então decide ir ao mundo do Mr. Drippy para salvar sua mãe e ajudar as pessoas do outro mundo e derrotar Shadar para restaurar o coração das pessoas.

Jogabilidade

Bem, no outro mundo, existem animais que se chamam “Familiars” que são monstrinhos bem no estilo pokemon mesmo, com direito a evoluções e tudo. O combate do jogo se resume a esses “Familiars” e as magias de Oliver, é bem uma mistura de FF com Pokemon, tirando o fato que não é em turnos, é algo mais parecido com Final Fantasy XIII. Não tem muitos controles, pois o jogo é basicamente explorar o mundo, resolver quests (melhor parte do jogo são as side quests) e derrotar inimigos/capturar familiars. Só uma coisa, o jogo tem aparência de infantil e tudo mais, mas a dificuldade é beem grande se você não for acostumado com o estilo do combate.

Gráficos/Arte

Bem, quem ficou responsável pela arte do jogo foi o Estúdio Ghibli, conhecido por filmes como: Viagem de Chihiro, Tonari no Totoro, Mononoke-hime, entre outros. Só por causa disso se pode dizer que a arte do jogo é linda, junto com a ambientação, que tem o ar das animações desse estúdio, tirando o fato que tem cutscenes que são em animações, e quem conhece as animações que citei, vai notar que o jogo podia ser adaptado para um filme desse estúdio com certeza.

download

Veredito: O jogo é fantástico pra quem gosta do estilo e é indispensável para os fãs de rpg que tem um ps3. Quem não gosta muito, melhor jogar outros títulos de rpg antes de vir para esse. O jogo é bem divertido, com centenas de side-quests, vários familiars pra se “capturar”, diversas pessoas que precisam restaurar seus corações e fora a história principal que é fantástica, o único problema no jogo é que o combate, após algum tempo se torna repetitivo, mas nada que estrague a experiência na minha opinião 😀

Algumas desculpas, hehe…

Bem, aqui é Thomas Magno pedindo desculpa pelo post dessa semana atrasar.
Na realidade, o responsável pela análise que seria feita essa semana é o Sebastião, mas ele acabou não fazendo (e não me explicou o que houve). Além disso e eu não sei exatamente quando ele fará o post. Logo, eu me utilizarei de um texto reserva que tenho guardado comigo e postarei o mais cedo possível.
Agh!! Sebastião, eu ficaria muito nervoso com você se você não fosse um dos meus melhores amigos. Por esse motivo está tudo de boa :3 (mas eu ainda quero aquela análise).

Mais uma vez desculpa aos leitores. Só adianto que o post reserva é sobre algo… nostálgico!

Thomas Magno

Às armas, aventureiros!

Fantasma de um trovador

Blog de textos de cunho macabro e/ou fantástico, geralmente narrados pelo trovador

Casquinha Mista

Tiras, quadrinhos e o que vier a minha mente. Nosso lema: "Ser ou Não Ser eis a Casquinha"

Mind Bending em Portugês

Às armas, aventureiros!