Desenterrando… Power Rangers – Mighty Morphin?

Olá, sou Thomas Magno, o Dungeon Master que lhe escreve este post!
Pois bem, hoje estou meio inspirado por um clima “super sentai”, logo… Nada melhor do que analisar um bom filme carregado de nostalgia! Você se lembra do primeiro filme dos Power Rangers?
power rangers mighty morphin
Ah, esse é clássico hein? Quem não o assistiu quando pirralho deveria dar uma olhada. Já os que assistiram, revejam, a sensação de nostalgia é sempre bem-vinda.

Em 30 de junho de 1995, o primeiro filme dos Power Rangers estava nas telas de cinema americanas, mas chegou ao Brasil somente em 2 de setembro do mesmo ano. O filme obteve grande sucesso, que levaria mais tarde a produção de outros filmes da franquia.
Lord-Zeddivan-ooze-creepster

A história do filme conta que há 6000 anos um ser chamado Ivan Ooze foi aprisionado numa câmara, mas agora ela foi descoberta e Ooze é libertado por Lord Zedd. O maligno Ooze ataca Zordon e agora pretende dominar o mundo. Para a felicidade geral da população, há um célebre grupo de jovens chamados de Power Rangers, que tenta impedir a dominação mundial de Ivan Ooze e salvar a vida de Zordon, quase um pai para eles. Para isso os rangers terão de realizar viagens espaciais e ir a planetas distantes, em busca de uma força que salve a Terra e Zordon.A história de salvar o mundo chega a ser meio clichê, mas conta com fatores que a torna épica e emocionante, como a triste situação de Zordon (com sua expressão bem cadavérica) e a trama de Ooze que gera uma reviravolta com Lord Zedd e Rita.zordon dying

Os efeitos especiais são aceitáveis pra época, mas nos padrões atuais nem tanto (estariam mais para Defeitos especiais). No geral, o visual do filme é até agradável, estragado somente pelas animações do final, que acabam sendo meio feias… Infelizmente, foi o que os recursos dos anos 90 permitiram. Ah, também não posso me esquecer de que os Power Ranger desafiaram a física e os limites do bom senso vez ou outra, mas não posso esperar realismo de um filme em que as pessoas soltam faíscas ao invés de sangue, né? O fato de eles não sangrarem eu até entendo por causa da roupa especial deles (supostamente uma armadura), e por uma questão de censura, mas tem algumas coisas que realmente me doeram ver quando eu assisti o filme.

Ah, a trilha sonora está de parabéns, contou com a música tema de Power Rangers e Red Hot Chili Peppers.

Curiosidade: Os power Ranger teriam capacetes que mostrassem seus rostos, para dar mais emoção às cenas de batalhas. Chegaram até a gravar algumas cenas assim, mas desaprovaram e regravaram as cenas com capacetes que cobrissem totalmente seus rostos. Eis aqui uma foto de como seria… Estou feliz de que tenham desistido da ideia!
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Por hoje foi isso, nossa segunda  análise de filmes. Se gostaram, deem um like e comentem.

Thomas Magno

 

Nova Review: Ni no Kuni: Wrath of the White Witch

Fala pessoal, aqui é o Sebastião ( o cara que atrasou um pouco o post semanal :P), e hoje vou trazer uma review pra vocês de um jogo não tão conhecido, mas incrivelmente bom, Ni no Kuni: Wrath of the White Witch. Bem, é um RPG exclusivo do ps3 lançado no dia 22 de janeiro de 2013 aqui no ocidente, e sério, foi o melhor JRPG que joguei no ps3 de longe. O jogo tem muitos pontos pra se abordar, então vou fazer algo mais segmentado aqui.

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História:

O personagem principal se chama Oliver, ele tem 13 anos, vive na cidade de Motorville junto com sua mãe, Allie e ambos vivem uma relação muito feliz e uma vida bem pacata. Mesmo tendo essa cara de menino bonzinho ele sai de casa durante a madrugada por um pedido do seu melhor amigo, Phil, que queria testar uma invenção que ele estava contruindo há um tempo, que nada mais era do que um carro. Bem, como sempre, algo ruim acontece e Oliver cai no rio com o carro e é salvo por quem? Sim, a mãe dele, e que graças ao fato de que Oliver não sabe nadar, acaba morrendo.

É a partir daí que a história começa de verdade, Oliver fica muito triste com a morte da mãe, pois acha que foi graças a ele que sua mãe morreu e começa a chorar, suas lágrimas “dão vida” ao Drippy, uma fada que era um boneco (que Allie deu a Oliver). Drippy explica que veio de outro mundo e que todas as pessoas do mundo de Oliver, possuem um equivalente no “Outro mundo”, e que era possível salvar sua mãe. Drippy então entrega um livro para Oliver, o Wizard’s Companion, que possui histórias sobre o mundo, mapas, magias, e tudo mais. Drippy também fala que os dois mundos estão sofrendo com os “corações” quebrados das pessoas, isso se deve a um mago terrível chamado Shadar.

Oliver, que agora é um mago (por causa do livro), então decide ir ao mundo do Mr. Drippy para salvar sua mãe e ajudar as pessoas do outro mundo e derrotar Shadar para restaurar o coração das pessoas.

Jogabilidade

Bem, no outro mundo, existem animais que se chamam “Familiars” que são monstrinhos bem no estilo pokemon mesmo, com direito a evoluções e tudo. O combate do jogo se resume a esses “Familiars” e as magias de Oliver, é bem uma mistura de FF com Pokemon, tirando o fato que não é em turnos, é algo mais parecido com Final Fantasy XIII. Não tem muitos controles, pois o jogo é basicamente explorar o mundo, resolver quests (melhor parte do jogo são as side quests) e derrotar inimigos/capturar familiars. Só uma coisa, o jogo tem aparência de infantil e tudo mais, mas a dificuldade é beem grande se você não for acostumado com o estilo do combate.

Gráficos/Arte

Bem, quem ficou responsável pela arte do jogo foi o Estúdio Ghibli, conhecido por filmes como: Viagem de Chihiro, Tonari no Totoro, Mononoke-hime, entre outros. Só por causa disso se pode dizer que a arte do jogo é linda, junto com a ambientação, que tem o ar das animações desse estúdio, tirando o fato que tem cutscenes que são em animações, e quem conhece as animações que citei, vai notar que o jogo podia ser adaptado para um filme desse estúdio com certeza.

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Veredito: O jogo é fantástico pra quem gosta do estilo e é indispensável para os fãs de rpg que tem um ps3. Quem não gosta muito, melhor jogar outros títulos de rpg antes de vir para esse. O jogo é bem divertido, com centenas de side-quests, vários familiars pra se “capturar”, diversas pessoas que precisam restaurar seus corações e fora a história principal que é fantástica, o único problema no jogo é que o combate, após algum tempo se torna repetitivo, mas nada que estrague a experiência na minha opinião 😀

Algumas desculpas, hehe…

Bem, aqui é Thomas Magno pedindo desculpa pelo post dessa semana atrasar.
Na realidade, o responsável pela análise que seria feita essa semana é o Sebastião, mas ele acabou não fazendo (e não me explicou o que houve). Além disso e eu não sei exatamente quando ele fará o post. Logo, eu me utilizarei de um texto reserva que tenho guardado comigo e postarei o mais cedo possível.
Agh!! Sebastião, eu ficaria muito nervoso com você se você não fosse um dos meus melhores amigos. Por esse motivo está tudo de boa :3 (mas eu ainda quero aquela análise).

Mais uma vez desculpa aos leitores. Só adianto que o post reserva é sobre algo… nostálgico!

Thomas Magno

Analisaram Memórias de um Nobre!

Olá, aqui é Thomas Magno, o Dungeon Master e escritor que está fazendo este post.
Bem, hoje eu queria deixar aqui um texto que recebi de um escritor e poeta chamado António Corvo, em que ele analisou Memórias de um Nobre (todos os quatro capítulos incluídos). Eis o texto dele:

Oi Thomas, li os quatro capítulos. Bom, eu faço análises e críticas literarias profissionalmente, mas posso dar uma impressão do que li e algumas dicas. Antes de mais nada, eu direi o que sempre digo a todos que me encomendam consultoria e também nas minhas oficinas de escrita criativa: esta é somente UMA opinião entre várias outras que vão aparecer pelo caminho. Ok? Então vamos lá.

Primeiramente o que importa: gostei do tema e do jeito como você conduz a narrativa no plano da ideia, do conceito. De fato, acho mesmo que você conseguiu captar a essência da literatura gótica. Boa criação de cenários e contextos. Ou seja, você tem indiscutivelmente talento e agrada no gênero.

Vi, entretanto, alguns problemas que atribui a uma possível falta de experiência, portanto, são coisas absolutamente normais e que até já estejam resolvidas, já que você me disse que o texto tem tempo.

Há uns erros de gramática. Nada gritante ou que um bom revisor não corrija. O problema é que a pontuação trava um pouco a narrativa. Não flui bem em certos momentos. Existem palavras como “tal” e expressões como “após isto” que não são legais de jeito nenhum, matam a narrativa, ela fica muito recortada artificialmente. É preciso desenvolver mais essas passagens de tempo ou simplesmente passar para a fase de tempo seguinte, sem dizer que está passando, o leitor entenderá.

Há uma claríssima e evidente influência ao Corvo, do Poe. Isso não é ruim, todos temos influências. Eu mesmo sou influenciado por ele e não é pouca coisa, mas, se a obra não for diretamente ligada ou pelo menos declaradamente influenciada por um autor ou por uma obra, a transparência e a homenagem atrapalham. Você não vai querer que as pessoas enxerguem o Poe num livro seu, vai? Quer dizer, pelo menos não a ponto de esquecerem que estão te lendo e ficaram só com o Poe na cabeça. Então, cuidado.

Acho que a historia é boa o suficiente para ser mais longa, mais trabalhada, para ser mais literária. Ficou curta, foi rápida, e merecia mais detalhes> Você é um bom construtor de cenas e descreve bem os contextos. Trabalhe esse dom e essa facilidade.

Menção mais do que honrosa para o sensacional trecho “fazendo voar em sua imaginação um universo de suspeitas”. Muito bom mesmo!!! E não é do Poe, percebe?

Por fim: Thomas e Irmão Maldito são muito óbvios ao contrário. Tá certo, tinha o lance da Alquimia e tal… mas tava muito óbvio. Se ainda houvesse um espelho na história ou que fosse importante na história ou no quarto do Thomas e daí algumas coisas fossem ao contrário, como os nomes, tudo bem, mas assim, solto, foi fácil. Nomes normais funcionariam melhor. Mas, tudo bem, vou atribuir à inexperiência, é uma coisa legal das primeiras vezes que a gente escreve, eu sei disse, já fui jovem e já escrevi quando era jovem! rsrs. E também fui DM, então sei como são os primeiros passos.

Bem, mas o que interessa, repetindo, é que você tem o talento necessário para literatura gótica e eu gostei. É preciso só o suor literário mesmo, que vem com o exercício e com a reescrita. Ok?

Abraço pra ti.

Com isso eu o agradeci pela análise e concordei com a crítica. Não quero ser uma sombra do Poe, de fato não quero que o enxerguem em meu lugar (mas sua influência é indiscutível). Quanto ao Samoht, tenho motivos para ser Thomas ao contrário… No decorrer da história, eu me coloquei nela e fiz o personagem reagir como eu reagiria. Por curiosidade, eu tenho uma cicatriz n braço assim como Samoht, ele é meu reflexo na história, mas é realmente inútil citar “Oamri Otidlam” no texto. Fiquei muito feliz por ele tê-la analisado e por ter gostado. As críticas feitas são dicas para melhorar quando são bem feitas como estas. E realmente sou inexperiente quanto a narrativa, tenho só 15 anos e não sou nenhum escritor, sou só um garoto que gosta de contar histórias… Mas cuidarei para que sejam cada vez melhores.

Para quem não conhece o António Corvo, ele costuma postar poemas em páginas de escritores  e  em seu blog A Ilha do Corvo. Dê uma olhada lá depois, a poesia agrada muito os apreciadores. Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer os leitores e amigos que ajudaram na divulgação do blog e de nossas histórias. Fico feliz em tê-los aqui no blog do OAA.

OBS: Se você leu OAA e pensou em oxalacetato, dá um tempo e relaxa aí com o Ciclo de krebs ¬¬. Eu hoje a declaro como sigla para pra Our Age of Adventure.

Thomas Magno

School Adventure 3

Olá, aqui é Thomas Magno, hoje vim pra postar o terceiro capítulo da série School Adventure, em que retrato em e meu irmão e eu em tempos de escola (quando eu ainda era um pequeno pentelho). Bem, se você não acompanha a série, verifique os capítulos anteriores nos links abaixo:Wakerlink

Clique aqui para ler o  capítulo 1

Clique aqui para ler o capítulo 2

Desta vez parece que meu irmão encontrou uma prova a seu nível… desafio? Dificilmente um desafio…

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Thomas Magno

Explicações e Links :D

Olá, desculpem por não ter postado nada essa semana, acabei tendo uns problemas e eu ainda estou elaborando o post. Bem… O Caio talvez me dê uma mãozinha nas ilustrações da próxima School Adventure que estarei colocando aqui pra vocês.

Gostaria de deixar um link sobre assuntos externos aqui pra vocês: https://casquinhamista.wordpress.com/. Esse é o casquinha mista, um site de tirinhas que eu vejo vez ou outra, ultimamente eles mudaram aquele plano de fundo azul bizarro deles. Deem uma passada lá e esperem pelo próximo capítulo do School Adventure aqui no blog. Caso queira ver os dois primeiros capítulos deixo o link  de ambos aqui com vocês:Wakerlink

Clique aqui para ler o  capítulo 1

Clique aqui para ler o capítulo 2

Obrigado pela leitura e pela paciência. Novamente desculpo-me por não ter postado ainda, mas fiquem ligados pro próximo capítulo do School Adventure hein, quero postá-lo amanhã se possível! ^_^

Thomas Magno

A Batalha final: Necromancers VS Dark Team VS Light Team

Olá, sou Thomas Magno, o Dungeon Master que lhe escreve. Já faz um tempinho que isso aconteceu, mas gostaria de falar da vez em que muitas tretas rolaram no jogo de RPG.

Ao longo da história o grupo de aventureiros da nossa campanha começou a se fragmentar e, consequentemente, se dividiu; já eu (Dungeon Master) só observava a discórdia deles enquanto planejava a  um final emocionante. Com a divisão, os grupos se tornaram antagônicos e inimigos, um deles possuía um suposto livro mágico que deveria ser destruído e o outro buscava tal livro para se fortalecerem. Como o próprio objetivo deles era antagônico, não havia outra saída se não um embate entre ambos.

Como um dos grupos estava em direção a um vulcão para queimar o livro, o outro grupo que queria resgatá-lo foi ao seu encontro. Daí se formou o campo de batalha, frente aos dobramentos vulcânicos. O grupo que estava em posse do livro tinha a participação de Caio (ranger), Erick (mago) e Ovroc (um espadachim NPC meio trevoso que eu criei para dar assistência); já o grupo que buscava apoderar-se do livro tinha a participação do Sebastião ( Death Knight) e Arthur (Lich). Como se não bastasse, um terceiro grupo apareceu, este era formado por dois NPCs, sendo eles dois nercomantes.
Começou então a batalha estre os três lados.
Dark-medieval-knightEnquanto um grupo tentava atacar seu respectivo inimigo era constantemente surpreendido pelo terceiro, e sempre que tentava atacar o terceiro, era surpreendido pelo inimigo. Assim era muito difícil atacar e se defender ao mesmo tempo, o que resultou na morte de muitos personagens. No final das contas, os dois necromantes do terceiro grupo morreram, junto com o Lich do Arthur. Então restaram o Sebstião (DK) contra o Erick (Mago), Ovroc e Caio (Ranger), mas o Caio estava longe e o Erick estava batendo de frete com o Sebastião à beira do vulcão… Bem, todos nós sabemos que um mago tem resistência muito pequena para tomar porrada de um DK e muito fraco para atacar de perto, mas o Erick já não pensava em sobreviver mais, apenas em jogar o livro na lava e cumprir seu objetivo. Eu tava esperando a seguinte cena acontecer à beira do vulcão:
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Infelizmente não rolou e, para a sorte do Caio, o Ovroc chegou cumpriu os objetivos. Ele saltou e fez um ataque de área que feriu tanto o Erick quanto o Sebastião, fazendo-os cair no vulcão junto com o livro. No final das contas só o  Caio e o Ovroc sobreviveram para contar a história do objetivo que cumpriram.

Embora pareça uma batalha injusta (por questões numéricas), foi bem equilibrada pois os pontos de vida do Sebastião eram muitos e o Caio acabou o jogo quase morto. Apesar de tudo, todos os jogadores (inclusive os que tiveram os personagens mortos), gostaram muito da partida. Ao final, nós comemos pizza para comemorar o fim da campanha que já se estendia por mais de 12 horas (distribuídas em 2 dias). Foi simplesmente épico!

Muito obrigado a todos os leitores a aos meus players, Caio, Erick, Sebastião e Arthur.

Thomas Magno

Às armas, aventureiros!