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Warlords of Draenor

Olá, aqui quem escreve é Thomas Magno. Recentemente tive uns probleminhas em WoW e em outro jogo chamado vida. Acabou que eu não pude postar nenhum conteúdo semana passada… Desculpas :(.De qualquer forma, com um pouco de correria, esse post veio salvar a semana (ou não).

Eu sei que essa notícia da Blizzard tá bem antiguinha, mas nem todos pararam pra jogar ou ver os detalhes. Sim, estou falando de WoD (Warlords of Draenor), a nova expansão de World of Warcraft. Pois bem, depois da minha decepção com os pandas do fucking Mists of Pandaria, a Blizzard acertou muito nessa última expansão. A começar pela melhoria gráfica nos modelos de personagens… vocês se lembram de como eram os elfos noturnos ou as trolesas no jogo? E os humanos e orcs? Pois é, essas e algumas raças não tinham recebido a representação merecida em jogo. Mas dê só uma olhada na diferença que veio com o WoD:

ANTES DO WOD =====> DEPOIS DO WOD
wowhumanmalecomp woworcmalecompnwownelffemalecomp wownelfmalecomp2 wowtrollfemalecompwownelfmalecompwowdraeneimalecomp

Esses foram alguns meros exemplos, pois tiveram alterações também em várias outras raças. Foram adicionadas também as guarnições, ou seja, como se fosse sua própria cidade/acampamento militar, que é desabilitada durante uma quest de nível 90 (o nível máximo agora é 100). Na sua guarnição você fornece quests para suas tropas, manda que construam obras, contata seu exército para ajudá-lo, busca lenha, minerais e muito mais. Isso tudo lembra um pouco a dinâmica de Warcraft III, uma vez que há necessidade de madeira e minerais (em Warcraft III era só ouro, mas em WoD vário minérios podem ser encontrados em suas minas, além de alguns mostros… Huehue). A questão da comida para a guarnição está envolvida em algumas quests, mas nada muito marcante até onde eu tenha jogado. Como se já não bastassem as tantas lembranças do velho Warcraft, o WoD ainda forneceu evoluções das guarnições em três etapas… Você que era um bom jogador de Warcraft vai lembrar que seu centro de cidade passava por três fases, não é? Em WoD sua guarnição também passará e, vez ou outra, correrá o risco de ser atacada (então esteja preparado). Às Armas!!!

Eis aqui algumas imagens e prints de uma guarnição da Aliança (desculpa, não tenho personagens da horda em nível 90 ou superior para mostrar a guarnição):

WoWScrnShot_022215_201540 - Copia  WoWScrnShot_022215_201523 - Copia

Ah, uma última boa notícia. Com o WoD, agora é permitido ao jogador trocar o estilo de rosto nas barbearias (Aquele momento bizarro que você para e imagina o barbeiro fazendo uma cirurgia plástica no seu personagem O.o ). Então, caso você não goste da aparência do seu personagem, você pode editá-lo dentro do jogo, mas mudar tom de pele ainda é exclusivo dos Taurens (acho que é pelo fato de Taurens terem pelos cobrindo o corpo todo).

Bom, por hoje é só isso pessoal. Vejo vocês no próximo post e mil desculpas novamente, hehe… Se gostaram do post ou gostariam de falar mais alguma coisa sobre a expansão comentem aí embaixo (Sim, tem muito mais pra falar).

Thomas M.

C:\NOSTALGIA\MS-DOS

Salut, quem vos escreve é Laio, criador do Casquinha Mista, freelancer no Our Age of Adventure e ladino nas horas vagas.

ms-dosAlguns dias atrás o meu PC zumbi morreu novamente. Assim o único PC que tenho hoje é um pen drive. Veio em minha mente: “o que eu posso fazer com um pendrive?”. A primeira opção que surgiu foi instalar o Kerbal Space Program, mas desanimei quando lembrei que o save estava no falecido PC. “O que faço agora?”. ” É isso vou instalar o 1° Fallout.”. Durante a jornada em busca de um download confiável eu cai no site best old games. Como na boa parte dos outros sites, não consegui baixar o fallout. Quando eu fui sair percebi o top 10 jogos do site, e nesse top 10 encontrei um jogo chamado Dangerous Dave. A primeira vista: que nome mais ridículo. Porém, eu abri a página do jogo e comecei a vomitar arco-íris  nostálgicos. E minha cabeça surgiram os primeiros jogos que joguei na minha vida, lá no windows 98, uns diversos games de MS DOS, sendo o mais memorável o Prince of Persia. Decidi na quele momento colocar no pendrive o Fallout 1 e encher todo o resto do espaço de jogos de MS DOS.

Para jogar esses jogos é preciso um emulador, o DOSBOX. Para usar o programa é preciso aprender os comandos, isso mesmo. totalmente oldschool. Entretanto, se você vive a lei da máxima preguiça, assim como o criador desse blog, é possível jogar alguns jogos diretamente no navegador. https://archive.org/details/softwarelibrary_msdoshttps://archive.org/details/softwarelibrary_msdos_games. Agora, se quiser baixar os jogos, recomendo o My Abandonware.

Espero que sintam tanta nostalgia quanto eu, ao jogar os jogos do primeiro sistema operacional da microsoft. Nos vemos no futuro. Au revoir!

 Laio

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Olá, aqui quem fala é o Dungeon Master! Esse foi um post feito pelo meu amigo Laio, jogador da nossa mesa de RPG e criador da Casquinha Mista. Visitem o blog dele, e se gostaram digam aí o que acharam e quais foram seus jogos de DOS!

Curiosidade: Sabia que eu apareci em uma das tirinhas do Laio? Saca só: https://casquinhamista.wordpress.com/2014/11/08/tira-mista-12-enem/

Eu sou o maluco de casaco preto 😀

Thomas Magno

Exit

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Trocadilho Guy #2

Olá, eis aqui agora mais uma lenda de piadas e trocadilhos memoráveis, porém infelizes.

1) O professor de matemática passa um exercício em que eu deveria encontrar 23/4 m³ para o volume de uma certa pirâmide. Logo eu terminei e disse ao professor:

-Poxa, nesse resultado dá pra hospedar muita gente hein?
– Como assim?
-Vinte e três quartos 😀
piramide
Depois de eu respondê-lo, ele fez uma cara de “é sério isso que eu ouvi?” e foi tomar água (provavelmente pra se acalmar e não me jogar da janela).

2) O professor de geografia física entra e sala e diz:

– Iremos dar início ao conteúdo sobre relevos.
-Mas, esse conteúdo é mesmo relevante, professor?

3) O professor de geografia está explicando sobre o uso de energia solar em outros locais, como em Israel. Eis que eu levanto o braço e pergunto:

– Mas o uso dessa fonte de energia tem aqui no Brasil também ou é “só lá”.

4) Novamente o professor de geografia (puts, parece que eu me inspiro nas aulas de geografia hein. Já é a terceira :P). O professor está falando sobre tornados, furacões e afins. Eis que eu viro pra ele e digo:

-Nossa, imagina uma grande cidade depois de uma catástrofe dessa. Eu nem imagino no que ela teria se “tornado”.

5) Agora, pra variar, essa aqui aconteceu numa aula de sociologia. O professor faz uma pequena fofoca sobre o professor de história após falar de positivismo. Alguns alunos ameaçam contar, e o professor diz:

– Não conte ao professor de história!

Então eu viro pra ele e digo – Mas Auguste “Comte”! – Essa nem era tão engraçada, mas eu tive que esperar alguns segundos pra ele se recompor e voltar a dar aula. Em outra aula desse professor  eu disse a  ele:

Antigamente eu achava que não valia a pena estudar Marx, “mais valia”!

karl-marx

6) Numa linda aula de química, o professor estava explicando o conteúdo e disse o seguinte:

-Na comida que você come, tem ferro, mas tem ferro iônico, não metálico… Se você comer ferro metálico, é tipo comer uma barra, daí ia dar problema pra entrar e pra sair a barra de ferro.

– Poxa, eu estaria “ferrado”, né?

7) Essa foi mais uma situação estranha do que uma piada. Acontece que um dia o professor de biologia estava explicando a matéria e citou um animal que se alimentava de ervas. Daí eu virei com uma cara de maloqueiro pra ele e perguntei:

-hmmmm…. erva, professor?
-Sim. Erva.
-Quero!

Eu nem achei muito engraçado, mas sempre tem alguém pra rir das minhas idiotices em sala de aula. Por isso eu ainda as faço ^_^

8) Essa nem foi na sala de aula, mas prometo fazê-la. Eu estava falando com um amigo e disse:

– Sabe, cara. Eu ia fazer uma piada sobre hidreto de sódio, mas… Nah, não é boa (NaH).

Essa aqui funciona mais quando é falada. Mas se vc ler várias vezes pronunciando tudo, vai fazer sentido. O problema de fazê-la escrita é que o “Nah” (Não) não se escreve do mesmo jeito que “NaH” (hidreto de sódio), daí quase ninguém associa. Enfim, pra não fechar de forma tão ruim, aí vem mais outra piada!

9) Um amigo meu diz que gostaria de evitar o atrito entre as pessoas em discussões. Eu o disse:

– Então manda a galera emagrecer

– Como assim?

– Quanto menor massa, menor a força peso, menor a força normal e menor o atrito 😀

– Ai meu Deus…

-Seja feliz agora, e divirta-se com a força de atrito (Fat), a força gordinha.

-PQP!!!

fat

Pois são com essas nove piadas que eu me despeço. Muito obrigado pela atenção e pela leitura! Se você tem alguma sugestão de piada, trocadilho ou zoeiras para esse ano, escreva aí. Eu tenho um ano inteiro pra contá-las e encher o saco das pessoas (embora esse não seja o meu objetivo).

OBS para pessoas maldosas da minha sala: Não há chance alguma de eu contar sobre a chave de boca por aqui xD. Eu juro que eu não quis dizer o que vocês entenderam! E para quem não é da minha sala e está lendo isso, é meio que um mal entendido e uma piada interna… Ignore.

Thomas Magno

O Legado dos Ocultistas

Eis uma obra que uma amiga pediu para que eu escrevesse. Ela havia requisitado um romance mas não sei se pude satisfazê-la, não consegui me desapegar muito de Memórias de um Nobre para escrever O Legado dos Ocultistas. Perdoe-me… não era bem o que você me pediu mas eu gostei (por isso estou postando aqui). Obrigado pelo pedido!

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Cap. I – O MONASTÉRIO

 Em tempos distantes, um grupo de sacerdotes voltava para o monastério entoando cânticos em latim. Assim que passavam pelos arcos ogivais na entrada do local sagrado viam um grupo de jovens que faziam de lá um orfanato desde que foram deixados.

Irmão Grim preparava o que seria, naquele dia, um almoço. Simples era a comida preparada, feita com os mais baratos temperos e carnes. Para a felicidade dos jovens e sacerdotes, havia as carnes. Grim as servia aos jovens passando de mesa em mesa e, quando já terminava de servi-los, notou um ser menor conjurar sua sombra sobre o chão do monastério. Era uma criança fazendo sua presença onde nunca antes esteve. A porta estava aberta e, do portal, essa criança olhava de um lado para o outro sem nada dizer nem nome algum evocar. Mas logo, seu próprio nome foi chamado por outro ser. “Falco!”, dizia ele, vindo ao encontro da criança.

O mais velho que o evocara era um jovem magro vestindo trapos rasgados. O irmão Grim, estranhando a presença dos dois, dirigiu-se a eles observando-os. Em lentos passos ele os alcançou e, enquanto segurava seu prato de comida, agachou-se e pôde pergunta-los mais de perto:

– De onde vocês vieram? Ou melhor… Para onde vão?

Os jovens ficaram perdidos em seus pensamentos. Recearam responder que, na verdade, chegaram lá por acaso e que não tinham um destino certo. O irmão Grim compreendeu e lhes ofereceu a comida dizendo:

– Podem ficar conosco se necessário for. Não é muito, mas podemos lhes oferecer refúgio, Falco e…

– Graco- Completou o jovem que acompanhava a criança, com ar sério e pouco amigável.

monasterio

Com as palavras do irmão Grim, os recém-chegados entraram no salão do monastério, para se sentarem e receberem a comida. O mais velho, Graco, era magro e possuía um cabelo escuro, porém bagunçado, que necessitava de constante penteio com suas mãos ossudas e finas. Ele tinha por volta de catorze ou quinze anos… A verdade é que nem ele se lembrava de sua idade. Já o mais jovem, Falco, era pouco mais nutrido e se vestia com roupas menos surradas, era pequeno e não falava. Sua idade estava por volta de sete ou oito anos.

Alguns dias se passaram, quando uma das jovens que ali morava procurou Graco perdida em curiosidade. Ela tentou, num frustrante diálogo, aprender algo sobre ele. Enquanto ela sentava-se ao chão junto a Graco, perguntava sobre quem ele era, mas ele não a respondia claramente. A única resposta lá dita foi quando ela perguntou sobre Falco. “É meu irmão!”, disse ele abruptamente cravando nela um olhar de seriedade em defesa do irmão. Mesmo com a acidental arrogância de Graco, ela ficou alguns minutos ao seu lado, achando graça de seu ar. Eis que ela se levantou, prendendo o cabelo com um fio e se preparando para deixá-los.

– Espere!

– Que quer?

– Diga-me logo, pela imagem sagrada, qual o nome sob o qual tu és evocada?

A moça sorriu pela rima e o respondeu:

– Meu nome é… Elise. – Então, sendo esta a última palavra lá dita, ela deixou sua presença. As grosserias de Graco com Elise se perderam deixando lá um ar menos denso e tenso… Mas o mesmo não foi válido para os outros do orfanato do monastério. Decerto que, pra os irmãos Graco e Falco, a exclusão lhes era bem conhecida. Durante as refeições, eles se sentavam em um canto conquistado por eles, bem longe dos demais. Os irmãos não brincavam com os outros, preferiam ler antigos volumes de filosofia, em uma sede incomum por matar seus tempos livres. E mesmo com os gostos incomuns e solitários dos irmãos, eles ainda ganhavam a companhia de Elise em algumas horas. Era comum, para Graco, contar com ela para discutir suas teorias e filosofias, ou mostrá-la alguma composição poética, afirmando ser de algum autor renomado.

Algumas semanas se passaram e, emm uma madrugada, Falco despertou e deixou o dormitório sem acordar seu irmão. Ele ouviu o som de algo embaixo do chão em que pisava… Eram como o som metálico de algo se arrastando numa superfície sólida, mas estava baixo demais para afirmar isso. Falco andava agachado com cautela para não causar barulhos maiores, enquanto ia em direção à porta da escadaria que lhe levaria ao porão. Quando em tal local chegou, viu a porta trancada e um crucifixo nela. Falco cogitou entrar no quarto de um dos sacerdotes a procura de chave que destrancasse tal porta, mas o silêncio da noite decerto denunciar-lhe-ia. Eis que ele ouve uma voz jovial e feminina atrás dele dizer:

– Ei, por acaso procura por isso? – Era Elise, com os cabelos soltos segurando a chave na ponta dos dedos, com seu braço dobrado e a mão próxima ao busto.

Falco, como sempre nada disse, mas suas palavras não eram necessárias. Elise logo complementou:

– Também acordei por causa de um ruído estranho, é por isso que está aqui… Certo?

– …

– Eh, bem… Consegui esta chave mexendo nas coisas do Irmão Grim, não se preocupe, se devolvermos ninguém saberá!

Falco sorriu inclinando a cabeça para o lado e, esticando-se sobre a ponta dos pés, pegou a chave para destrancar a porta. Então ele adentrou lá, junto a Elise… A escadaria seguia formato helicoidal e descia uns três metros abaixo do chão. A passagem era estreita, no teto havia dezenas de terços e crucifixos pendurados… Na base da escada estava gravada uma espécie de estrela circunscrita com símbolos que lembravam antigos capítulos de ocultismo. Um ar húmido e gélido soprava em direção àquele lugar, mas antes que entrasse no cômodo que dava gênese aos ruídos, outra porta os esperava. Esta se encontrava igualmente trancada, mas a chave para abri-la era a mesma. Falco deu um passo para trás e, com os olhos molhados, receou. Elise pegou cuidadosamente em sua mão e a ergueu até a tranca, fazendo-o abrir. Os ruídos tornaram-se mais intensos, mas agora vozes podiam ser escutadas por detrás daquele portal.

E quando as duas mãos unidas destrancaram e abriram a porta, Falco e Elise ouviram melhor o som de uma corrente sendo arrastada. Na escura penumbra, puderam ver alguém vagando pelo escuro incerto da ampla sala que havia sido aberta…  Esse corpo andava devagar em trajetórias elípticas arrastando uma corrente.

Falco novamente se assustou e arrependeu-se de ter ido até lá, mas desta vez não teve resistência. Ele recuou andando de constas até colidir contra as pernas de um novo ser que estava atrás dele… Era Graco.

– Que fazem aqui? Não sabem que é proibido?- Disse ele, cabisbaixo sem ter notado o que estava na sala, bem em sua frente.

Devido à interferência da voz de Graco, tal ser fixou-se e parou de arrastar a corrente… Ele levantou a cabeça e observou diretamente Elise, cravando-a seus olhos transcendentais. “Os mortos arrastam correntes”, sussurrou Graco a si mesmo, pasmo ao ver aquela criatura incerta em meio às trevas. Aos poucos aquele ser espectral transpareceu sua existência até desaparecer na frente de todos.

Desde que aquele ser (ou não ser) cravou o olhar em Elise, ela silenciou-se. Em seguida, foi para seu quarto sem palavra alguma dizer.

– Ei, espera! – Reagiu Graco tentando, verbalmente, impedir a fuga dela…

Graco então tratou de botar seu irmão para dormir e seguiu para o quarto de Elise. Quando lá chegou viu a porta semiaberta, ele então a abriu com a ponta dos dedos e teve entrada num amplo cômodo onde nunca esteve… Era um luxo tremendo comparado ao dormitório em que dormia. Pasmo com o local, Graco observou que no vértice entre as paredes e o chão, estava um corpo encolhido com os braços segurando as pernas. Era ela gemendo e chorando ao canto de seu quarto.

– Elise, mas… Mas o que houve?

– Não, o problema é o que minha pessoa ouve…- Disse ela em meio a soluços. – Os mortos Graco, não ouviu o que aquele espectro disse?

– Não, não o ouvi mas… Ele já se foi. Não deixarei fantasma ou demônio algum conjurar sua presença em tua frente novamente! Serei eu, embora fraco e mortal, teu guardião… Não te assuste por espectro tal!

Então ele a abraçou e ficou lá com ela, até que ambos adormeceram. Na noite gélida, estavam dois corpos e duas almas entrelaçados no canto do quarto em recíproca guarda. Falco os espiava pela semiaberta porta e, assustado, deixou as proximidades do quarto de Elise e foi para o dormitório, de onde não deveria ter saído naquela madrugada.

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Thomas Magno